A contabilidade de uma ESC não se parece com a de uma empresa comum.
Ela não pode optar pelo Simples Nacional, tem escrituração contábil digital obrigatória e apura IOF a cada dez dias. A Trezzuri faz a ponte com quem já trabalha nesse regime todos os dias.
Dois serviços, ao lado do sistema.
O software resolve o cálculo, o contrato e o registro. Estas duas coisas ficam fora dele — e são as que mais aparecem depois que a carteira cresce.
Contabilidade da ESC
Escrituração, apuração do IOF e dos tributos sobre a receita de juros, e as obrigações acessórias do regime. O SOMA já entrega os números apurados; o contador especializado fecha em cima deles, sem reconstruir a operação a partir de planilha.
Cobrança da carteira
Conduzida a partir do que a operação já tem: contrato com os requisitos de título executivo extrajudicial, assinatura eletrônica e registro em registradora. O caminho da cobrança começa formalizado, não com uma conversa de WhatsApp.
A força executiva abre o caminho da cobrança pela via judicial. Ela não garante que o dinheiro entra — nenhum contrato faz isso.
Três exigências que um contador de fora do segmento descobre tarde.
Nenhuma delas é opcional, e as três aparecem já no primeiro exercício da empresa.
Não pode optar pelo Simples
A Empresa Simples de Crédito está fora do Simples Nacional. A apuração segue outro caminho, e quem monta a estrutura contábil supondo o contrário refaz o trabalho depois.
ECD obrigatória
A escrituração contábil digital é obrigação, não escolha. Ela precisa refletir a carteira operação por operação — e é aí que planilha e sistema genérico deixam buraco.
IOF a cada dez dias
A apuração do IOF é decendial. Três fechamentos por mês, o ano inteiro, sobre o que foi concedido. O SOMA apura; alguém precisa conferir e recolher no prazo.
A gente faz a ponte e acompanha. Quem executa é o parceiro.
A Trezzuri não assina a sua escrituração nem conduz a sua cobrança. O que a gente faz é escolher quem faz isso conhecendo o segmento, alinhar o que o sistema entrega para o serviço, e continuar na conversa quando alguma coisa não fecha.
Isto não é consultoria.
A Trezzuri não interpreta o seu caso jurídico nem decide a estrutura tributária da sua empresa. Explicar o que o regime exige, em linhas gerais, é uma coisa; dizer o que você deve fazer é outra, e essa segunda é do profissional que assina.
O que perguntam antes de contratar.
Quem presta o serviço?
Parceiros especializados em Empresa Simples de Crédito. A Trezzuri faz a ponte, alinha o que o sistema entrega e acompanha o andamento. Quem assina a escrituração e quem conduz a cobrança é o parceiro.
Posso continuar com o meu contador?
Pode. O ponto não é trocar de contador, é o regime: a ESC não pode optar pelo Simples Nacional, tem escrituração contábil digital obrigatória e apura IOF a cada dez dias. Se o seu contador já trabalha assim, o SOMA entrega os números para ele pelos relatórios e pela API.
A cobrança garante que eu vou receber?
Não, e desconfie de quem disser que sim. O contrato com os requisitos de título executivo extrajudicial abre o caminho da cobrança pela via judicial: você deixa de precisar provar a dívida antes de poder cobrá-la. O que acontece depois depende do caso e do devedor.
Preciso usar o SOMA para contratar os serviços?
A conversa começa pela sua operação, não pelo sistema. Com a carteira dentro do SOMA o trabalho fica mais direto, porque o cálculo, o contrato e o registro já estão lá e ninguém precisa reconstruir a apuração a partir de planilha.
Quanto custa?
As condições são tratadas caso a caso, na conversa, porque dependem do tamanho da carteira e do que já está organizado. A gente não publica valores no site.
Conte como a apuração da sua ESC funciona hoje.
Quem fecha o mês, o que já está organizado e o que costuma travar. A gente diz onde os serviços entram — e onde você não precisa deles.
